“Polêmicas”…

 

O ano era 1997.

O Inter, após ótima campanha na primeira fase do Campeonato Brasileiro, chegava à fase semifinal para disputar vaga na decisão contra Atlético Mineiro, Palmeiras e Santos.

Foi aí que aconteceu a reportagem da discórdia.

Num restaurante da capital gaúcha, Christian saboreava um galo, um porco e um peixe, símbolos dos adversários (assista aqui).

Criou-se a celeuma do século.

“Mas que absurdo!”, “Ora, mas que desrespeito!”, “Christian não deveria ter provocado desse jeito!”.

Até hoje, há quem acredite que o Inter perdeu aquele título graças à tal reportagem.

Uma tremenda tolice.

Assim como foi tolice a “polêmica” sobre o trator do Argel.

Assim como é tolice a “polêmica” sobre a comemoração de Edílson, do Grêmio.

O time dele jogou melhor, foi mais organizado, tem mais recursos técnicos, e venceu o Gre-Nal. Pronto.

Deixa comemorar! Não houve desrespeito algum, não vi Edílson falar nada desabonador sobre o Inter.

Hoje em dia (vá lá, Christian demonstrou que nem tão hoje em dia), é tudo muito chato, pesado, se confere um caráter de seriedade excessiva a um negócio que é acima de tudo diversão e lazer.

Deixemos o que é folclore no campo do folclore.

“Incitação à violência”…  Ah, peraí.

Isso é desculpa esfarrapada para justificar estupidez e barbárie.

 

Menos, gente. Bem menos.

 

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