Sobre o “craque” Neto

Neto nunca foi comentarista de porcaria nenhuma.

Ele espanca a língua portuguesa e suas opiniões a respeito de futebol têm a complexidade dos comentários de uma criança de 6 anos sobre teorias da democracia.

Hoje, essa mente brilhante, cuja profissão se baseia resumidamente em dizer besteiras, soltou mais algumas pérolas.

Disse, primeiro, que não sabia o nome do Léo Ortiz porque o Inter “só teria jogadorzinhos” (veja o vídeo nessa postagem do JB Filho).

Se este ex-jogador, que tem o QI alguns pontos inferior ao de uma bergamota, exercendo a profissão de comentarista (?) de futebol, não sabe os nomes dos jogadores do Inter, sugiro que busque uma outra profissão. A arte circense tem bastante espaço pra gente como ele…

Em segundo lugar, Neto chora, chora e chora com supostos erros de arbitragem. Ambos os lances nos quais as imagens “escandalosas” apresentadas pelo seu programa não são em nada conclusivas.

Ué, mas reclamar de arbitragem não era coisa de “chorolado”? Seria Neto, o sapiente, um chorintiano?

E o bando de jornalistas baba-ovos de meia pataca que com ele estão contribuindo no festival de imbecilidades livremente proclamadas, teriam algo a dizer sobre 2005? Tipo, sei lá, sobre aquela voadora do Fábio Costa no Tinga ou sobre a anulação de partidas naquele Brasileirão?

Para finalizar, Neto, o “jênio”, encerra com chave de ouro ao dizer que Romero joga mais que Nico López. Um, dois, três e vai: hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha!

Há dois anos escrevi aqui mesmo que Neto “(…) não consegue distinguir um pacote de bolachas recheadas de um ônibus.”

E complementei:

“Já que estamos falando de “Neto”, me vem à mente minha falecida avó Noely, que costumava dizer uma frase muitíssimo válida: “Em boca fechada não entra mosca”. No caso da boca do Neto, entrou uma moscaria. Caso para estudos entomológicos. Calar-se às vezes é a coisa mais sábia a se fazer. É melhor para ele e para quem não tem penicos no lugar dos ouvidos.”

A íntegra do texto acima citado você pode reler aqui

No fundo, talvez eu tenha que agradecer ao “craque” Neto (ou “crack” Neto, a julgar os efeitos sob os quais ele parece emitir suas opiniões).

Primeiro, por manter algo que escrevi há um par de anos mais atual do que nunca, comprovando que a estupidez tende à inércia.

Além disso, devo agradecê-lo por servir como parâmetro para aquilo que devo fazer quando penso e comento futebol: o contrário, mais simétrico possível, do que ele faz. Assim, fico com a certeza de estar no caminho certo…

6 Comentários

  1. Pompilio 13 de abril de 2017 Reply
  2. Miguel 13 de abril de 2017 Reply
  3. Ciro 14 de abril de 2017 Reply
  4. Ciro 14 de abril de 2017 Reply
  5. André 14 de abril de 2017 Reply
  6. Jonatan 14 de abril de 2017 Reply

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