Era pra ser tão difícil?

Nã0, não era.

Não era se não tivéssemos um treinador tão covarde na casamata.

Não há explicação lógica para três volantes (sendo o terceiro Anselmo) contra o Novo Hamburgo em casa.

É de fazer Celso Roth ruborizar.

Se o Inter jogasse bola, poderia ter sido diferente, talvez um pouco menos difícil.

Mas a covardia de Antônio Carlos imperou.

Deixem jogador ruim longe do elenco.

Se tiver pereba por lá, Zago escala!

Para a covardia, sempre há justificativa.

Antônio Carlos pode ter as melhores ideias de futebol do mundo.

Se suas escolhas individuais forem ridículas, como têm sido até agora, isso pouco ajudará.

Em casa, para não tomar gol em casa (hoje nem isso servia, o regulamento não tem gol qualificado!); fora, porque é fora, um motivo praticamente metafísico (como se a bola não fosse a mesma, e os onze de cada lado…).

No fim, o resultado foi uma gloriosa porcaria.

A chance de fazer vantagem em casa foi solenemente jogada no lixo.

O Inter entrega ao Novo Hamburgo a chance de receber uma decisão zeradinha em sua casa.

Um título importante, especialmente para um ano de Série B, começa a se esvair.

Se perdê-lo, há nome e sobrenome.

Antônio. Carlos. Zago.

Da direção, das duas, uma.

Ou concordam com as escalações de Antônio Carlos, ou são omissos.

Não sei, honestamente, qual alternativa é a mais assustadora.

1 Comentário

  1. Rodrigo 30 de abril de 2017 Reply

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