Wianey, mais um grande que se vai

Após Cláudio Cabral, agora após Paulo Sant’anna, se vai Wianey Carlet.

Mais um representante de uma emblemática geração de comentaristas do futebol gaúcho.

Wianey foi um grande.

Desses grandes, são cada vez menos os que ficam.

Dos que eu reputo diferenciados, clássicos da melhor crônica esportiva do Rio Grande do Sul, ainda  vivem Ruy Carlos Ostermann e Paulo Mesquita.

Toda uma geração aos poucos se despede. Uma geração que não terá igual, nem proximamente, em termos de peso, de importância no imaginário do torcedor gaúcho.

Eu discordava de mais ou menos 95% das opiniões de Wianey Carlet, o homem que um dia comparou Taison a Messi.

Mas Wianey, grande que era, tinha seu maior valor exatamente nisto: poderíamos discordar frontalmente de todas as suas ideias; desprezá-las, deixá-las passarem batidas, jamais.

Descanse em paz, Wianey Carlet. Que intermináveis volantes alados e cheios de luz lhe recebam no céu. Você merece.

 

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